Fim do mundo: Cientistas afirmam que mudanças climáticas já apontam para o apocalipse
Guerra nuclear, pandemia viral, mudança climática: a suposta profecia
maia do fim do mundo não será cumprida, mas o apocalipse já começou e a
agonia será lenta, alertam os cientistas.
Daqui a quase 5 bilhões de anos, o Sol se transformará em um "gigante
vermelho", mas o calor crescente terá, muito antes, provocado a
evaporação dos oceanos e o desaparecimento da atmosfera terrestre. O
astro se resfriará depois, até a extinção. "Até lá, não existe nenhuma
ameaça astrônomica ou geológica conhecida que poderia destruir a Terra",
disse Morrison.
Mas será que a ameaça poderia vir do céu, como demonstram algumas
produções de Hollywood que descrevem gigantescos asteroides em choque
com a Terra? Uma catástrofe similar, que implica um astro de 10 km a 15
km de diâmetro, caiu sobre a atual península mexicana de Yucatán,
causando provavelmente a extinção dos dinossauros há 65 milhões de
anos. Os astrônomos da Nasa afirmam que não é provável que aconteça uma
catástrofe similar em um futuro previsível.
Rumores do fim
A ideia de que o mundo chegaria a um fim em dezembro de 2012 têm afetado
tanto adultos como crianças, David Morrison da NASA informou que está
recebendo mensagens de crianças. "Pelo menos uma vez por semana eu
recebo uma mensagem de uma pessoa jovem (com idade média de 11 anos) que
diz que está doentes e/ou pensam em suicídio por causa do dia do juízo
final que vem".
Sem discutir
O reverendo Jose Funes, diretor do Observatório do Vaticano e astrônomo
líder da organização católica romana, afirmou que o mundo não irá acabar
quatro dias antes do Natal e que a questão não deveria sequer ser
discutida.
G1
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