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A VIDEIRA E OS FRUTOS

Marcio Roberto Ramos | 8.4.14 | 0 comentários

“Eu sou a videira; vocês são os ramos. Se alguém permanecer em mim e eu nele, esse dá muito fruto; pois sem mim, vocês não podem fazer coisas alguma.
Se alguém não permanecer em mim, será como o ramo que é jogado fora e seca. Tais ramos são apanhados, lançados ao fogo e queimados. Se vocês permanecerem em mim, e as minhas palavras permanecerem em vocês, pedirão o que quiserem, e lhes será concedido. Meu Pai e glorificado pelo fato de vocês darem muito fruto; e assim serão meus discípulos” João 15, 5- 8 –

Cristo se apresenta, nestas suas últimas instruções ao discípulos antes de seu sofrimento e morte, como a grande árvore em que os verdadeiros cristãos devem estar ligados. Ele é o tronco, do qual emana toda a seiva que mantém a arvore viva. O tronco jamais secará, mas os ramos podem secar, não secarão se estiverem ligados a videira. Se separados, todavia, secarão. Quem está ligado à videira, entretanto, manter-se-á vivo e mais: dará muitos frutos. Que frutos? Frutos próprios da árvore a que está ligado. Assim, os frutos do verdadeiro crente são aqueles mesmos que Jesus produziu durante sua estada na terra, na condição de humano, como nós. Por isso o Mestre diz que sem ele nada podemos fazer. Porque o que fizermos não representará, efetivamente, nada diante do Pai.Nossas obras, feitas  nessa condição, não estarão impregnadas do caráter de Jesus Cristo.

Uma questão que causa polêmica é o destino eterno de almas que passaram sua vida fazendo obras de caridade, porém não foram pessoas cristãs. O mundo costuma dizer, quando morre alguém que possui tal perfil: foi para junto de Deus. À luz destas palavras de Cristo, infelizmente, a idéia geral não é verdadeira. Por mais bondosa que seja a pessoa, por mais boas obras que tenha passado a vida a fazer, se não as fez estando em Cristo, seu destino não será a salvação eterna. Em Marcos 13, 3l, O Senhor Jesus é taxativo a respeito do valor de suas afirmações “Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão.”  Não há como, então, vincularmos a eterna convivência com Deus, apenas à pratica de boas obras. As obras pela fé, estas sim são agradáveis a Deus.

Se não estou em Cristo nada posso fazer. Nada que tenha valor real perante o Pai. Houve, na antiga aliança, correspondente a Lei e os Profetas, o Antigo Testamento, um conjunto de normas para o povo Judeu. A qualquer homem, porém, era impossível cumprir integralmente a Lei. Cristo veio cumpri-la em sua plenitude. Agora podemos agradar a Deus. Não pelo cumprimento da Lei, mas pela aceitação de Jesus Cristo como Salvador. Por isso ele veio na condição humana e, nessa condição passou a vida neste mundo sem ser por ele contaminado. Essa era a condição inicial que Deus impusera ao homem. A obediência total e irrestrita. Não cumprida tal condição caiu a raça humana. Mas Jesus Cristo, emanado do Trono, veio restabelecer a ligação como Deus. Agora podemos cumprir as exigências para nossa salvação. Porque um homem como nós cumpriu o princípio legal da obediência. Ninguém pode alegar ser impossível agradar a Deus.

Cristo conclui o assunto, ensinado como verdadeiramente podemos dar glórias a Deus. Ah, é tão fácil glorificar a Deus com nossa boca: basta apenas abri-la! No entanto, somente o honraremos se dermos frutos em Jesus Cristo. Este é o verdadeiro louvor! Que sejamos autênticos discípulos e imitemos o mestre em nossas obras.

  

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