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Barbaridade! Missionário é suspeito de matar namorada e enterrar corpo dentro de casa

Marcio Roberto Ramos | 7.2.13 | 0 comentários


Mais um crime macabro e com requintes de perversidade foi registrado em Rio Branco no final da tarde de quarta-feira (6).
Moradores do conjunto Waldemar Maciel encontraram o corpo da dona de casa Maria Madalena Moraes Campos, 27, enterrado em uma cova rasa dentro de um barraco localizado na Rua Juazeiro.
De acordo com a Polícia Militar e familiares da vítima o principal suspeito do homicídio é o suposto missionário evangélico Roberto da Silva Araújo, que namorava a dona de casa a pouco mais de 15 dias.
Familiares de Maria Madalena relataram que na última sexta-feira (1º), Roberto da Silva foi até a residência da vítima e a convidou para passar o final de semana em sua casa. Ainda de acordo com parentes da dona de casa, o acusado se apresentou dizendo ser missionário evangélico, inclusive dizendo que pretendida construir uma igreja no terreno de sua casa.
Esmael Lima de Souza, genro de Maria Madalena disse que os familiares começaram a suspeitar que algo de errado havia acontecido depois que a vítima ficou dois dias sem dar noticias, inclusive deixando de participar da festa de aniversário preparada para ela.
“Havia dois dias que a Madalena não dava notícias, no domingo preparamos uma festa de aniversário para ela na igreja e ela não apareceu então começamos a ficar preocupados e passamos a procura-la”, revelou Souza.
Os familiares estiveram na Delegacia Especializada em Atendimento a Mulher (DEAM) onde o desaparecimento de Maria Madalena foi registrado. Uma equipe de investigadores foi destaca para tentar descobrir o paradeiro da dona de casa.
No início da semana Roberto da Silva foi levado a DEAM por uma equipe da Polícia Militar, após ser denunciado por parentes da vítima como responsável pelo seu desaparecimento. Na especializada, ele prestou depoimento a autoridade policial e em seguida foi liberado por não haver indícios de delito.
Na manhã desta quarta-feira, vizinhos passaram a sentir um forte odor que exalava da casa do suspeito e o questionaram o motivo do mal cheiro, ele disse que poderia ser algum bicho que havia morrido próximo a sua residência.
Roberto da Silva ainda chegou a pedir emprestado de vizinhos uma enxada e uma pá, e depois de preparar uma porção de cimento com concreto jogou no local onde havia enterrado Maria Madalena.
Desconfiados, vizinhos entraram em contato com os familiares da dona de casa que foram ao local na companhia de dois investigadores, no local a casa estava fechada, mas através de frestas na parede lateral da casa puderam ver que havia algo de estranho dentro do barraco onde o suspeito morava.
Os policiais comunicaram o fato ao delegado plantonista e saíram na tentativa de conseguir uma autorização judicial para entrar na casa de Roberto da Silva.
Vendo o drama dos familiares que aguardavam o retorno dos policiais moradores e populares decidiram invadir a casa do acusado e passaram a escavar o local onde havia a concentração da mistura de cimento e concreto encontrando o corpo de Maria Madalena.
Uma guarnição da Polícia Militar foi acionada e isolou o local até a chegada de peritos do Instituto Médico Legal (IML) que fizeram a remoção do cadáver com a ajuda de dois Bombeiros Militar. A cena chocou centenas de moradores que se aglomeravam no local, Maria Madalena estava com os pés e mãos amarradas com arames e em sua cabeça havia um saco plástico, além de sinais evidentes de que sofreu agressões físicas.
Peritos acreditam que Maria Madalena tenha sido enterrada a pelo menos três dias a tomar como base o estado de decomposição do corpo.
Após acompanhar a remoção do cadáver, uma equipe da Polícia Militar do 4º Batalhão comandada pelo sargento Eleabi passou a realizar buscas pela região na tentativa de capturar Roberto da Silva, já que o acusado foi visto nas imediações cerca de meia hora antes da descoberta do cadáver.
Vizinhos revelaram à polícia que Roberto da Silva tinha um comportamento estranho e sempre era visto levando mulheres para sua casa, apesar de afirmar que era missionário evangélico e que trabalhava resgatando almas.
 Da redação ac24horas

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