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REFLEXÃO: “Oração” Um ato de relacionamento com Deus.

Marcio Roberto Ramos | 23.3.13 | 0 comentários


Às vezes nos deparamos com algumas afirmações bíblicas que corremos o risco de considerá-la contraditórias. Entretanto, à medida que meditamos na Palavra de Deus, ele abre os olhos do nosso entendimento para compreendermos a sua vontade.

Podemos citar, como por exemplo, uma ordem de Jesus dada aos seus discípulos: Rogai ao Senhor da seara que mande trabalhadores para sua seara (Mt 9.38). Baseado na lógica do homem, poderia se fazer a seguinte pergunta: Sendo Deus o Senhor da obra, não seria desnecessária nossa interferência na questão pedindo que ele mande trabalhadores?
Analisemos ainda as palavras de Jesus em Mateus 6 v,8 onde afirma que o Pai  sabe nossas necessidades antes que peçamos algo. Entretanto, nos versículos de 10 a 13, o Senhor nos ensina a fazer diversos pedidos ao Pai; que venha o seu Reino, que nos dê o pão, que nos livre do mal, etc. Levando em consideração que o Pai sabe que precisamos de tudo isso, não parece desnecessária nossa oração de petição? Porém, Jesus não pensava dessa maneira. Ele dizia: pedi e dar-se-vos-á. (Mt 7.78).
Tiago escreveu: Não tendes porque não pedis 4.2. É verdade que muitas vezes Deus nos dá algo que não havíamos pedido. Entretanto, esta não é a regra de Deus.
Em síntese, perguntamos: Se Deus já sabe das necessidades, porque precisamos pedir?
È necessário entender que, se Deus nos desse tudo que precisamos independentemente de nosso pedido, estaríamos sujeitos aos seguintes inconvenientes:
1.     Não sentiríamos nossas necessidades. Deus quer que sentimos dependentes dele. As necessidades que sentimos são fatores que contribuem para nossa humildade diante de Deus.
2.     Não conheceríamos a ação de Deus. Se o Senhor agisse sempre em nosso favor sem que orássemos, incorreríamos no erro de pensar que conseguimos algo por nossos próprios méritos, esforços ou capacidades. Deus zela para que a sua Glória não seja dada a outrem ( Is 42.8)
3.     Não seríamos gratos ao Senhor. Não tendo reconhecido sua ação, não lhe renderíamos graças. Estaríamos assim incorrendo no pecado da ingratidão.
4.     Não teríamos comunhão com Deus. Este é o ponto mais importante, e creio ser este um dos motivos mais relevantes pelos quais Deus instituiu o ato de orar. Se ele nos suprisse plenamente sem que orássemos, nossos momentos de comunhão com Deus se reduziriam drasticamente. O nosso relacionamento com Deus, através da oração, é mais importante do que a benção almejada.

Concluo, portanto, que, embora o Senhor, em sua onisciência, já sabia de todas as nossas necessidades, ele espera que reconheçamos nossa dependência dele, que apresentemos a ele nossas petições e possamos, depois reconhecer sua ação em nossas vidas e render a ele toda honra  e Glória. Quantas vezes nos privamos da graça de Deus, impedindo sua ação em nosso favor! O Senhor quer a nossa participação para desencadear muitas bênçãos, não só do nosso interesse pessoal, mas, principalmente, de interesse do seu Reino.

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