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Noticia: Natal deveria mudar para fevereiro, de acordo com jornalista americano

Marcio Roberto Ramos | 26.12.13 | 0 comentários

Blog mroberto. Segundo o jornalista norte-americano, teólogos e estudiosos seculares concordam, diante de inúmeras evidências, que o nascimento de Jesus Cristo não ocorreu em 25 de dezembro.

Através de sua coluna em um famoso portal de notícias norte-americano, um jornalista especializado em religião trouxe a tese de que o Natal deveria mudar de data, traçando uma série de dez razões para uma troca do mês de dezembro para o mês de fevereiro.

Segundo o colunista Clay Farris Naff, do The Huffington Post, a questão é tão clara que consegue fazer com que teólogos e estudiosos seculares concordem, sobretudo diante de inúmeras evidências que constatam que o nascimento de Jesus Cristo não ocorreu em 25 de dezembro.

O Natal no fim de dezembro foi determinado pelo imperador romano Constantino Magno (conhecido por adotar o cristianismo em Roma), no ano de 336 d.C., para excluir uma festa pagã celebrada na mesma época. No entanto, para Farris Naff não é necessário dar sequência aos "ditames fascistas" de um imperador de quinze séculos atrás.

De maneira bem-humorada, o jornalista enumera os dez fatores mais convenientes que a mudança de data poderia provocar se fosse levada a sério. Em ordem decrescente, confira no que o estudioso acredita que a transformação do calendário pode ajudar:

10. Gula de Ação de Graças: a princípio, Farris Naff dá um alerta aos gulosos. Ele ressalta que em fevereiro, o Natal teria um período mais distante das festas americanas de Ação de Graças, dando um descanso maior ao estômago daqueles que só esperam os feriados para comer o tradicional peru assado.

9. Economia e a Black Friday: na sequência, ele indica que a mudança do calendário também pode gerar uma economia no bolso, já que muita gente tem gastado com as promoções na famosa Black Friday, em novembro, ficando sem dinheiro um mês depois, para os presentes de Natal, em dezembro.

8. Fim de inverno alegre nos EUA: ao apontar os últimos meses do inverno americano como "os mais deprimentes do ano", ele avalia que o Natal em fevereiro serviria para dar boas vindas à primavera, que começa em março no Hemisfério Norte.

7. Dia dos Namorados e Dia do Presidente: para quem não gosta do Dia doa Namorados e do Dia do Presidente, ambos em fevereiro nos EUA, o jornalista diz que o Natal de fevereiro ofuscaria as duas datas, deixando livres quem não se habitua com os costumes de namorados ou de honraria aos antigos líderes americanos.

6. Um dia a mais: Farris Naff também sugere para que o Natal seja comemorado perto do dia 28 de fevereiro, pois assim o Natal ganharia um dia a mais de celebração nos anos bissextos, com o dia 29 de fevereiro.

5. Revisionistas: para o jornalista, a alteração no calendário também serviria para dar um basta em debates promovidos por revisionistas, que tendem a insistir na discussão do que deve mudar ou não na cultura dos EUA por conta do cristianismo. Segundo ele, uma mudança brusca evita que conceitos revisionistas se espalhem.

4. Futebol Americano: como os atletas de futebol americano normalmente estão em atividade em dezembro, o Natal em fevereiro daria a chance dos jogadores comemorarem a data de férias, e o melhor: com suas famílias.

3. Ano Novo: a troca da data também ajudaria nas resoluções de fim de ano. Afinal, segundo o estudioso, fica difícil cumprir uma promessa de "ficar mais magro" no começo durante o réveillon, após comer tanto no Natal.

2. Preocupações com tradições: Farris Naff revela também a quebra da tradição de dezembro acabaria com as preocupações com a manutenção de costumes, como a polêmica recente que levou uma jornalista do Fox News apontar que Papai Noel "só pode ser branco", conforme explica o jornalista.

1. Guerra contra o Natal: mais uma vez dando ênfase aos debates culturais entre ateus e secularistas contra cristão, Farris Naff cita outro episódio recente onde Bill O'Reilly, jornalista da Fox News, apontou que "ficará de olho" nos esforços de quem ataca o Natal. O colunista do Huffington Post indica que a mudança de data controla os críticos, ao mostrar que os cristãos sabem se renovar e apreende discussões e "guerras desnecessárias".

Fonte: The Christian Post, Folha Gospel e do blog

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