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Reflexão: A identidade da Igreja de Deus

MARCIORRAMOS OFICIAL | 19.10.13 | 0 comentários



Identidade é o aspecto coletivo de um conjunto de características pelas quais algo é DEFINITIVAMENTE conhecido ou reconhecido.

O povo Judeu é conhecido em todo o mundo pela circuncisão, pelo idioma hebraico, e lógico, pelo “modus operandis” em defesa de sua raça. Isto veio de uma aliança entre Deus e Abraão.
O povo africano na sua maioria é conhecido pelas marcas de cortes no rosto ou nos punhos, no momento em que faz aliança de sangue, outros povos são conhecidos pelas suas tradições e culturas, se retirar o sábado dos adventistas eles não terão mensagens. Já o CRISTIANISMO É CONHECIDO PELA CRUZ.
O cristão deve ser reconhecido pelas suas atitudes, como seguidores do Eterno Mestre, Jesus de Nazaré. As igrejas de um modo geral são reconhecidas pela maneira de cultuar, uns são barulhentos, outros mais contidos, e assim, se identificam.
O povo hebraico tem aliança com o ETERNO desde Gênesis, passando por Jeremias 31.33 “Eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo”.
Em ll Coríntios 6.16 “E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivo, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei, e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo”.  GRANDE IDENTIDADE.
A palavra aliança, ou pacto, traduzido para o hebraico (literal) quer dizer Cortar.
É necessário sempre cortar, Jesus permitiu ser cortado no calvário para fazer uma nova aliança com a humanidade, e assim, criar uma verdadeira identidade entre ele e seus seguidores.
Uma pergunta: Qual a identidade da igreja ao qual você faz parte?
Compromisso com a sociedade em prestar-lhes um bom serviço com divulgadores em tempo e fora de tempo das boas novas do evangelho? Honestidade e conduta ilibada diante da sociedade e prestar serviço de assistência social diferenciado, aos menos favorecidos?
É tempo, uma urgência de rever nossa posição, preparar e exigir mais de nossos pastores, para prestarem serviço de melhor qualidade a todos os segmentos da sociedade. Nivelar para cima a prata da casa, dando-lhes oportunidades de ministrar em grandes reuniões, limitando ao máximo os paraquedistas que veem com identidade de sua tribo, dificultando a nossa identidade própria. Valorizar nossos pastores com anos de ministérios, com isso, daremos bom exemplo, esta atitude de custo zero dará chute inicial à criação de nossa cédula de identificação pelos quais seremos conhecidos diante do Eterno e perante os homens.

Texto de:  Maurilio Silva é pastor, ex-deputado e conselheiro aposentado do tribunal de contas do DF.

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