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Noticia: Jean Wyllys afirma que “se Jesus voltasse hoje ele estaria do lado dos gays” e não do lado de alguns líderes evangélicos

Marcio Roberto Ramos | 17.8.13 | 0 comentários

O deputado federal e ativista gay Jean Wyllys (PSOL-RJ) participou nessa sexta feira (16) do programa “Morning Show”, da RedeTV!”.
Durante o programa, Wyllys falou sobre homossexualidade, política e religião, além de comentar sobre sua participação no “Big Brother Brasil”. Em uma das perguntas o deputado falou sobre as chamadas “igrejas inclusivas” e afirmou que “se Jesus voltasse hoje ele estaria do lado dos gays” e não de alguns líderes evangélicos.
Jean Wyllys falou também sobre o deputado e pastor evangélico Marco Feliciano (PSC-SP), afirmando ter provas de que foi difamado por um assessor do pastor, e rebateu afirmações da cantora Mara Maravilha, que teria se referido ao homossexualismo como aberração, em uma edição anterior do programa.
Depois de ironizar a cantora, afirmando que ela estaria gorda, Wyllys respondeu afirmando que “aberração é a estupidez, aberração é a desonestidade intelectual, é quando a pessoa tem acesso à informação e ela não muda e não se transforma. Eu acho que aberração é você querer impor às pessoas a sua moral, a sua conduta, a sua visão de mundo”. Ele disse ainda serem lamentável as afirmações da cantora, e disse que ela deve ter muitos homossexuais em seu fã-clube.
Questionado pelo apresentador do programa se concordava com as igrejas inclusivas, classificas pelo apresentador como “igrejas gays”, Jean Wyllys afirmou concordar com tais denominações religiosas, e ressaltou que os evangélicos são “um coletivo muito diverso”, e disse ter amigos em igrejas históricas e até mesmo neopentecostais “que não têm nada contra a homossexualidade”.
- A gente não pode confundir os evangélicos com os líderes evangélicos, que alimentam o preconceito contra os homossexuais – frisou o deputado.
- Eu gosto da ideia das igrejas inclusivas, porque eu acho que um dos primeiros direito negados aos homossexuais é o direito da religiosidade, o direito de ter uma fé – completou Wyllys, que disse ainda ter tido que se afastar da igreja católica pelo fato de ser homossexual.
Jean Wyllys disse ainda que tais igrejas garantem o direito dos homossexuais professarem sua fé no cristianismo, e afirma que o cristianismo “não pode ser confundido com essa intolerância”, e que “os que aprenderam a lição de Jesus não são intolerantes, porque Jesus andou com as minorias”.
- Se Ele votasse hoje ele estaria do lado dos gays, e não do lado dos fariseus, dos vendilhões do templo e dos exploradores comerciais da fé – completou Wyllys.   Gospel + com informação do blog


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