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Buscando a Cura Divina e crendo no milagre sobre seu corpo

Marcio Roberto Ramos | 26.1.13 | 0 comentários

O pecado veio afetar a constituição material do homem ( Jo 5.5-14), causando-lhe toda forma de enfermidades e, finalmente, levando-o a morte física (Sl 90.10).
No entanto a redenção realizada por Jesus no calvário, propicia o homem a manifestação da benção divina para todo ser, ou seja: Perdão completo para o pecado, vida eterna para a morte e cura divina para todas as enfermidades (Sl 103.1-5; Lc 4.18; 5.17-26; Tg 5.14-15).
O que é a Cura divina
A cura divina não tem nada a ver com os esforços médicos, cuja utilidade é reconhecida pela Bíblia ( Mt 9.12; Lc 10.34; Cl 4.14). Sendo um dos benefícios derivados da morte de Cristo, a cura divina é a atuação sobrenatural de Deus sobre o corpo humano, livrando-o de todo o tipo de enfermidade. É uma promessa, pois o Senhor Jesus levou sobre si todas as nossas enfermidades ( Is 53.4; Mt 8.16,17).
Como surgiram as enfermidades?
Uma das trágicas conseqüências do pecado foi o surgimento das enfermidades. A primeira vez que a Bíblia menciona a palavra dor, relaciona-a ao pecado (Gn 3.16,17). A queda levou o homem a ter o corpo sujeito as enfermidades e a morte física (Gn 3.14-19).
Nosso corpo é matéria, e forçosamente é submetido ao processo de degeneração, incluindo as deficiências físicas que dão origem as enfermidades e doenças. Vemos isso no caso de Timóteo ( 1 Tm 5.23), Dorcas ( At 9.36,37), Lázaro (Jo 11.3). Embora as pessoas espirituais estejam menos sujeitas às enfermidades que as ímpias, finalmente todas adoecem e acabam por morrer. É uma regra sem exceção ( Hb 9.27). O processo de envelhecimento é gradual e não pára.
Conforme a Bíblia algumas enfermidades são de origem malignas. Exemplo: A mulher encurvada ( Lc 13.11), O mudo e o surdo ( Mc 9.20-22). Nestes casos, os demônios atormentam as pessoas, causando-lhes grandes danos físicos ( Mt 4.24; 8.16; 17.14-16).
Contra o verdadeiro cristão o diabo nada pode fazer, pois somos templo de Deus ( 2 Co 6.16). E, pela fé, o Senhor Jesus apaga as setas inflamadas do maligno ( Ef 6.10-16).
As vezes as enfermidades surgem com forma de provação, como a do caso de Jó, isto aconteceu com permissão divina, ele era um homem sincero, reto temente a Deus, e desviava-se do mal ( Jó 1.1). Nesta provação Jó perdeu a sua saúde ( Jó 2.7). Porém permaneceu fiel a Deus em tudo ( Jó 1.20-22), recebendo de volta a saúde e tudo que havia perdido ( Jó 42.7-17). Deus sempre nos prova com finalidades específicas, visando o nosso bem ( Rm 8.18; Dt 8.16).
Em outros casos também acontecem quando as pessoas de forma indigna participam da Santa Ceia e ficam enferma por não discernir o corpo de Jesus no ato da cerimônia da Ceia ( 1 Co 11.29,30).
Outras causas, por exemplo, a hereditariedade, doenças que passam de pais para filhos, negligência sanitária, epidemias, excesso de trabalho e barulho, preocupações, drogas, alimentação incorreta, depressão, etc.


Cura Divina__A cura das enfermidades fazia parte do ministério terreno de Jesus ( Lc 4.18,19; Mt 10.7-9). Através de sua morte, garantiu-nos perdão dos pecados e a cura das enfermidades ( Is 53.4; Mt 8.16,17). Ele delegou aos seus discípulos poder para curar os enfermos em seu nome ( Lc 10.9-17; At 3.6-16; 4.10; 9.34). Grandes sinais são feitos no nome de Jesus ( Jo 14.12,13; 16.22,23)
Ø  Pela imposição das mãos ( Mc 5.23; 8.23-25
Ø  Pela oração da fé ( Tg 5.14,15), a oração tem participação dupla: A fé do doente que crer em sua cura e que o leva a chamar os pastores a orarem em seu favor ( Tg 5.14; Hb 11.6), e a fé dos que oram por eles. Somam-se a fé de ambos e o Senhor opera ( Mt 18.19;Mc 2.5; Tg 5.15)
Quero informar a todos os impedimentos para que a cura divina não aconteça ou seja realizada.
Ø  Pecado escondido ( Tg 5.16), por isso faz-se necessária a confissão de pecados.
Ø  Egoísmo. O doente quer saúde somente para proveito pessoal ( Tg 4.3)
Ø  Perdão retido ( Mt 18.15-35; Sl 66.18)
Ø  Falta de humildade ( Tg 4.6)
Ø  Falta de perseverança ( Jo 9.6,7; Mc 8.23-25; Is 38.21)
Há casos específicos em que a pessoa pecou para morte ( 1 Jo 5.16), ou então porque a misericórdia de Deus mantêm o crente enfermo ( 1 Co 5.5), pois é a única maneira de este deixar de pecar.
Os objetivos da cura divina
Ø  Glorificar o nome de Jesus: Este é o grande propósito da cura divina. Vemos isso na cura da mulher encurvada ( Lc 13.13), do paralítico ( Mc 2.12) e tantos outros ( Mt 15.30,31)
Ø  “Visa “o cumprimento da Palavra de Deus:” O Senhor enviou a sua Palavra e sarou” ( Sl 107.20). As curas realizadas por Jesus eram cumprimento da Palavra de Deus ( Is 53.4; Mt 8.16,17). Do mesmo modo também o eram as curas realizadas pelos setenta ( Lc 10.9-17) e pela Igreja Primitiva ( At 3.6-8, 16; 6.8; 8.4-7; 9.11,18,34; 14.10; 19.11; 28.8). O mesmo se pode dizer das curas divinas realizadas em nosso meio nos dias atuais. As promessas divinas são infalíveis e , de modo pleno, elas se cumprirão na vida dos que crêem ( Lc 1.45; Nm 23.19; Jr 1.12; Hb 10.23).
Ø   Proporcionar alívio: A cura proporciona alívio das dores, indisposições, impedimentos, disfunções do corpo ( Mt 11.28; Pv 18.14), trazendo-nos, conforme a promessa divina, a saúde completa ( Mt 8.7; At 9.34)
Ø  Despertamento Espiritual: Podemos ver isso da seguinte forma;
A.      Individualmente. A cura divina leva o crente a ter uma fé mais viva em Deus, e também a reconhecer que a enfermidade que o afetou contribuiu para o seu próprio bem ( Rm 8.28). Muitas vezes Deus permite que sejamos afetados por enfermidades para nos achegarmos mais a ele. A cura também pode  levar o descrente a invocar o senhor ( Mc 5.27), a segui-lo ( Mc 10.52) e também a ajudá-lo no seu testemunho pessoal ( Mc 5.19,20).
B.      Coletivamente. Muitos passam a crer no Senhor por uma cura divinamente operada. Alguns até já estavam desenganados pela medicina, ou até mesmo declarados mortos, mas o senhor as curou, fazendo o milagre repercutir de modo impressionante na salvação de muitas almas ( Mc 1.28,32,40-45; 2.2,4; At 28.8,9)

Concluindo quero informar que Jesus ainda é o mesmo ( Hb 13.8), e continua a curar em nossos dias como fazia durante seu ministério terreno. As suas promessas são infalíveis ( 2 co 1.20)

Marcio Roberto

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